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	<title>Marcelo Guerra &#187; relacionamento</title>
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	<description>Homeopatia e Terapia Biográfica</description>
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		<title>Depressão pós-parto masculina</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Dúvidas associadas ao nascimento do filho podem ocasionar a doença Um recente estudo publicado no Journal of American Medical Association revelou que cerca de 10% dos pais também sofrem depressão após o nascimento do bebê – e este índice aumenta após o primeiro trimestre. Diferente da depressão pós-parto que ocorre na mulher, ela pode se [...]<p>Post from: <a href="http://marceloguerra.com.br">Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://marceloguerra.com.br/2010/08/19/depressao-pos-parto-masculina/">Depressão pós-parto masculina</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: x-small;"><strong><a href="http://marceloguerra.com.br/wp-content/uploads/2010/08/bebe-mao-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-261" title="bebe-mao (1)" src="http://marceloguerra.com.br/wp-content/uploads/2010/08/bebe-mao-1.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Dúvidas associadas ao nascimento do filho podem ocasionar a doença</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Um recente estudo publicado no<em> Journal of American Medical Association</em> revelou que cerca de 10% dos pais também sofrem depressão após o nascimento do bebê – e este índice aumenta após o primeiro trimestre. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Diferente da depressão pós-parto que ocorre na mulher, ela pode se manifestar mais tarde nos pais provavelmente porque os três primeiros meses são de novidade e muito,  muito trabalho. Outro dado importante é que nos homens é mais comum que a depressão ocorra quando do nascimento do primeiro filho. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">O cuidado da mãe com seu filho provoca no homem um sentimento de abandono, como se tivesse sido preterido pelo bebê. Mesmo consciente de que não é esse o caso, o sentimento é este: eu não recebo mais a atenção que recebia, ela já não se importa comigo como antes. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"><strong>Mudanças no comportamento</strong></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Além de sentir-se preterido, a responsabilidade do homem aumenta muito ao tornar-se pai pela primeira vez. Hoje a cobrança por ser um pai presente, participante dos cuidados do filho, aumentou muito, numa mudança gigantesca em relação a décadas passadas, quando o pai tinha como principal tarefa ser provedor da família e, se sobrasse um tempinho, brincar uns minutinhos com o filho. Ser pai hoje exige mais presença e disposição para educar e brincar. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Diante da depressão pós-parto, há mudanças no comportamento do homem, sendo a principal delas o ausentar-se mais de casa, como numa fuga da situação. O homem passa a chegar mais tarde e sair mais cedo, assume novas atividades fora de casa. De repente, entrar para a academia torna-se urgente, depois de anos enrolando para matricular-se. E é sentido mesmo como urgente! </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Numa tentativa de reconquistar a atenção perdida de sua mulher, o homem busca afastar a mãe do bebê. Outras vezes, pode aventurar-se em casos extraconjugais, buscando resgatar esta atenção em outras mulheres. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Não importa como o homem reage à depressão pós-parto, o seu sentimento é de tristeza &#8211; e o abatimento é difícil de ser escondido. Sintomas típicos da depressão estão presentes, como angústia traduzida por dor no peito, pensamentos constantes, sentimento de inadequação, de que não vai dar conta da responsabilidade que cresceu. Insônia é frequente, geralmente pelos pensamentos persistentes. O homem sente como se  não conseguisse amar seu bebê como gostaria, o que lhe causa mais culpa e sofrimento. A evolução do quadro pode levar a pensamentos de suicídio. </span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">É importante que o homem reconheça que está doente e busque ajuda através da <a href="/category/psico<a href="/category/terapia/" title="View all posts filed under terapia">terapia</a>/" title="View all posts filed under psico<a href="/category/terapia/" title="View all posts filed under terapia">terapia</a>">psico<a href="/category/terapia/" title="View all posts filed under terapia">terapia</a></a> ou de uma medicina que o perceba como um todo, como a Homeopatia ou Acupuntura. Através de um tratamento bem feito, o homem pode resgatar sua autoconfiança e não se sentir sobrecarregado pela responsabilidade aumentada ou relegado a um segundo plano por sua esposa. Assim, poderá encontrar-se de forma inteira com seu filho.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">Artigo originalmente publicado em <a href="http://www.personare.com.br/revista/casa-e-familia/materia/736/depressao-pos-parto-masculina" target="_blank">Personare</a></span></p>
<p>Post from: <a href="http://marceloguerra.com.br">Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://marceloguerra.com.br/2010/08/19/depressao-pos-parto-masculina/">Depressão pós-parto masculina</a></p>

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		<title>O lado feminino presente no homem</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[biografico]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo originalmente publicado na Revista Online Personare &#8220;Ser um homem feminino não fere o meu lado masculino.&#8221; (Pepeu Gomes) Tanto os homens quanto as mulheres compartilham características que podem ser consideradas masculinas e femininas. Isso ocorre biologicamente e também animicamente. Biologicamente, os hormônios sexuais, estrogênio e testosterona, estão presentes em ambos os sexos, mas em [...]<p>Post from: <a href="http://marceloguerra.com.br">Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://marceloguerra.com.br/2010/03/02/o-lado-feminino-presente-no-homem/">O lado feminino presente no homem</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://marceloguerra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/borboletas_na_flor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-219" title="borboletas_na_flor" src="http://marceloguerra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/borboletas_na_flor.jpg" alt="" width="300" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Artigo originalmente publicado na Revista Online<a href=" http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/452/o-lado-feminino-presente-no-homem" target="_blank"> Personare</a></p>
<p style="text-align: right;">&#8220;Ser um homem feminino não fere o meu lado masculino.&#8221; (Pepeu Gomes)</p>
<p>Tanto os homens quanto as mulheres compartilham características que podem ser consideradas masculinas e femininas. Isso ocorre biologicamente e também animicamente. Biologicamente, os hormônios sexuais, estrogênio e testosterona, estão presentes em ambos os sexos, mas em proporções diferentes. O estrogênio é mais preponderante na mulher e a testosterona, no homem.</p>
<p>Animicamente, há dois arquétipos relacionados ao gênero, chamados Anima e Animus. O Animus é o arquétipo masculino presente na mulher e o Anima, o arquétipo feminino presente no homem. É sobre este último que este texto trata.</p>
<p>A Anima é um arquétipo que carrega as qualidades de contração, introspecção, acolhimento, o nutrir o outro, maternidade, o cuidar do outro. São qualidades tradicionalmente associadas ao feminino, e que o homem carrega em sua vida psíquica e pode, ou não, desenvolver ao longo da sua biografia.</p>
<p>Quando somos crianças e adolescentes, recebemos de fora nossa educação, seja pela família, pela escola, pelos grupos que frequentamos, pelas ideologias a que aderimos. Quando nos tornamos adultos, a nossa educação fica em nossas mãos, torna-se auto-educação, e todo nosso desenvolvimento a partir de então está sob nossa responsabilidade.</p>
<p>O cultivo e desenvolvimento da Anima pelo homem depende, então, de sua própria vontade. Nos primeiros anos da vida adulta, o homem se vê diante de circunstâncias que frequentemente o impelem à competição, e isso mantém a sua Anima meio adormecida, latente. Essa competição aparece na vida profissional, onde é mais evidente, assim como nos <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s, em que a busca por uma parceira pode tomar ares de uma verdadeira caçada.</p>
<p>Já na faixa dos trinta anos, o homem (assim como a mulher) já busca temperar mais a razão (característica arquetipicamente masculina) com a emoção (característica arquetipicamente feminina) e assim há um surto de desenvolvimento de sua Anima, como se fosse a puberdade da Anima. As decisões já levam em conta não só fatores materiais, lógicos, mas também sentimentais. No trabalho, por exemplo, ter um bom salário já não representa o único, nem o mais importante, critério para um homem escolher um emprego. Estar num ambiente de trabalho agradável, junto com pessoas amigáveis, conta muito mais. No <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>, o fato de uma mulher ser bonita e gostosa diminui um pouco de importância aos olhos do homem, que passa a valorizar mais os atributos de companheirismo, carinho, atenção.</p>
<p>O desenvolvimento da Anima prossegue após esse &#8216;estirão&#8217; e na faixa dos cinquenta anos a Anima amadurece e floresce no homem (sempre lembrando que a opção &#8216;ou não&#8217; também é válida, afinal de contas somos livres para escolher o rumo de nossas vidas). Assim, nos <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s amorosos e familiares, o homem passa a ser mais carinhoso, afetuoso, emotivo, demonstra mais os seus sentimentos. No trabalho, tem um cuidado maior com os colegas, principalmente com os mais jovens, de quem muitas vezes pode se tornar uma espécie de tutor e protetor.</p>
<p>Lembro que meu pai, que era um pai disciplinador, autoritário, nessa época me beijou pela primeira vez, o que me causou surpresa e alegria. O pai autoritário tornou-se um avô que cozinhava para nos receber, que puxava os netos pela casa em cima de um &#8216;tapete voador&#8217;, que aprendeu a dizer &#8216;eu amo você&#8217;, que admitiu que sentia muita saudade do pai que morrera há tantos anos, que chorava ao ser homenageado por estagiários em seu trabalho (ele era enfermeiro).</p>
<p>A Anima é um tesouro na vida anímica do homem, que traz conforto e maciez à própria existência e à daqueles com quem se relaciona. Por isso, homens, vamos cuidar bem de nosso lado feminino e fazer um mundo mais carinhoso.</p>
<p>Dedico este texto à memória de Warner, meu pai.</p>
<p>Post from: <a href="http://marceloguerra.com.br">Marcelo Guerra</a><br/><br/><a href="http://marceloguerra.com.br/2010/03/02/o-lado-feminino-presente-no-homem/">O lado feminino presente no homem</a></p>

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